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Sessenta bilhões de dólares, isto é, cerca de 5% do P.N.B. americano, tal era, em 1974, o "montante dos negócios" mundial com a exploração dos oceanos.
Os oceanos, portanto, não são mais uma simples curiosidade e a valorização dos seus recursos alimentares, minerais e energéticos só poderá trazer contribuição cada vez mais importante para o desenvolvimento da economia mundial.
Contudo, a exploração dos oceanos é um empreendimento complexo e de longo fôlego e seus primeiros resultados, sem dúvida promissores, não devem mascarar os empecilhos técnicos, econômicos e políticos que ameaçam limitar os progressos.
Descrever a evolução recente da exploração dos oceanos e à luz da recente crise petrolífera e da Conferência das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, esboçar em grandes traços o futuro da aventura oceânica: este é o projeto a que se destina esta obra.
Colaborador do Centro Nacional para a Exploração dos Oceanos em Paris, em seguida adido científico incumbido das questões oceanológicas na Embaixada da França nos Estados Unidos, o autor pertence à representação francesa no Banco Mundial em Washington.
Sessenta bilhões de dólares, isto é, cerca de 5% do P.N.B. americano, tal era, em 1974, o "montante dos negócios" mundial com a exploração dos oceanos.
Os oceanos, portanto, não são mais uma simples curiosidade e a valorização dos seus recursos alimentares, minerais e energéticos só poderá trazer contribuição cada vez mais importante para o desenvolvimento da economia mundial.
Contudo, a exploração dos oceanos é um empreendimento complexo e de longo fôlego e seus primeiros resultados, sem dúvida promissores, não devem mascarar os empecilhos técnicos, econômicos e políticos que ameaçam limitar os progressos.
Descrever a evolução recente da exploração dos oceanos e à luz da recente crise petrolífera e da Conferência das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, esboçar em grandes traços o futuro da aventura oceânica: este é o projeto a que se destina esta obra.
Colaborador do Centro Nacional para a Exploração dos Oceanos em Paris, em seguida adido científico incumbido das questões oceanológicas na Embaixada da França nos Estados Unidos, o autor pertence à representação francesa no Banco Mundial em Washington.