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O volume que ora se introduz apresenta um conjunto de textos gerados em diferentes momentos e com diversas finalidades, e agrupados por um recorte temático: a gestão da zona costeira. Meu interesse sistemático pela matéria originou-se do convite que recebi, em 1992, do Ministério do Meio Ambiente para realizar uma avaliação e propor modificações - tanto metodológicas, quanto no modelo institucional - na estrutura do Programa de Gerenciamento Costeiro (GERCO). A partir desta data, tenho acompanhado o andamento deste programa e me envolvido progressivamente com o tema do planejamento e uso dos espaços litorâneos. Tal envolvimento expressa-se na revisão da bibliografia especializada, no estabelecimento de interlocuções em torno do tema, na participação em eventos específicos, e na relação com instituições e programas governamentais e não-governamentais atuantes na área em tela. Em termos das interlocuções entabuladas, gostaria de registrar o diálogo, extremamente enriquecedor, estabelecido com a equipe de Juan Manuel Barragán Muñoz, da Facultad de Ciencias del Mar da Universidade de Cádiz, com José Seguinot Barbosa do Centro de Estudos Hemisféricos da Universidade de Puerto Rico e com Claudia Naterzo do Instituto de Geografia da Universidade de Buenos Aires.
No Brasil, gostaria de salientar o constante aprendizado sobre o tema da gestão e da zona costeira, na convivência com Bertha Becker, Dieter Muehe e Claudio Egler (da UFRJ), com Severino Agra Filho (da UFBA), com Osvaldo Viegas (da UFAL), e com Moacir Madruga (da UFPB) e Wanderley Messias da Costa (da USP). O trabalho com as equipes estaduais da GERCO foi sempre estimulante e enriquecedor, e a elas agradeço no nome de Martins Filet (coordenador estadual do GERCO em São Paulo).
O volume que ora se introduz apresenta um conjunto de textos gerados em diferentes momentos e com diversas finalidades, e agrupados por um recorte temático: a gestão da zona costeira. Meu interesse sistemático pela matéria originou-se do convite que recebi, em 1992, do Ministério do Meio Ambiente para realizar uma avaliação e propor modificações - tanto metodológicas, quanto no modelo institucional - na estrutura do Programa de Gerenciamento Costeiro (GERCO). A partir desta data, tenho acompanhado o andamento deste programa e me envolvido progressivamente com o tema do planejamento e uso dos espaços litorâneos. Tal envolvimento expressa-se na revisão da bibliografia especializada, no estabelecimento de interlocuções em torno do tema, na participação em eventos específicos, e na relação com instituições e programas governamentais e não-governamentais atuantes na área em tela. Em termos das interlocuções entabuladas, gostaria de registrar o diálogo, extremamente enriquecedor, estabelecido com a equipe de Juan Manuel Barragán Muñoz, da Facultad de Ciencias del Mar da Universidade de Cádiz, com José Seguinot Barbosa do Centro de Estudos Hemisféricos da Universidade de Puerto Rico e com Claudia Naterzo do Instituto de Geografia da Universidade de Buenos Aires.
No Brasil, gostaria de salientar o constante aprendizado sobre o tema da gestão e da zona costeira, na convivência com Bertha Becker, Dieter Muehe e Claudio Egler (da UFRJ), com Severino Agra Filho (da UFBA), com Osvaldo Viegas (da UFAL), e com Moacir Madruga (da UFPB) e Wanderley Messias da Costa (da USP). O trabalho com as equipes estaduais da GERCO foi sempre estimulante e enriquecedor, e a elas agradeço no nome de Martins Filet (coordenador estadual do GERCO em São Paulo).