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Critérios e Técnicas para o Quaternário

Autor(a): Maria Léa Salgado-Labouriau

Este livro foi escrito em uma linguagem simples, sem perder o rigor científico. Ele é voltado, principalmente para os jovens pesquisadores e estudantes de pós-graduação que desejam iniciar estudos de paleoambiente e em especial de paleoclima e paleovegetação do quaternário e, por extensão, de períodos mais antigos. Nele são apresentadas em detalhe as técnicas utilizadas para a análise de microfósseis em sedimentos lacustres, palustres e marinhos com a finalidade de obter informações sobre a vegetação e o clima no passado.

Os métodos físicos, químicos e geológicos, bem como a utilização de megafósseis de vertebrados e plantas são citados e os critérios para seu uso no levantamento de informações paleoecológicas são discutidos.

As citações ao longo do livro, sempre que possível, indicam a primeira publicação sobre o assunto, seguida de referências mais modernas, de fácil consulta. É utilizado o maior número possível de figuras para ilustrar cada assunto.

Descreve-se a coleta e amostragem de material no campo. A apresentação dos dados obtidos e a sua interpretação constituem a parte final deste livro.

Maria Léa Salgado-Labouriau é formada em História Natural pela Universidade FederaL de Minas Gerais (UFMG), doutora em Ciências pela Uiversidade de São Paulo (USP) e professora titular do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB). É "fellow" da Fundação Guggenheim, membro da Academia de Ciências de New York, faz parte do quadro de "referees" do periódico Grana; foi pesquisadora titular do IVIC (Venezuela), diretora do CLAB (Centro Latinoamericano de Ciências Biológicas, UNESCO), presidente da subcomissão sobre o Holoceno para a América do Sul do INQUA. Tem dois livros publicados, escreveu vários capítulos em livros e tem mais de 60 trabalhos publicados em periódicos científicos. Seu campo de pesquisa é a reconstrução da vegetação e do clima através de grãos de pólen, de esporos e de algas microscópicas, nos últimos 50.000 anos.

Publicação: 2007Edição: 1ISBN: 852120387XBrochuraPáginas: 404Formato: 17 x 24 cmEditora: Edgard Blücher

  • R$ 90,00
  • Disponibilidade em estoque: Imediata

Este livro foi escrito em uma linguagem simples, sem perder o rigor científico. Ele é voltado, principalmente para os jovens pesquisadores e estudantes de pós-graduação que desejam iniciar estudos de paleoambiente e em especial de paleoclima e paleovegetação do quaternário e, por extensão, de períodos mais antigos. Nele são apresentadas em detalhe as técnicas utilizadas para a análise de microfósseis em sedimentos lacustres, palustres e marinhos com a finalidade de obter informações sobre a vegetação e o clima no passado.

Os métodos físicos, químicos e geológicos, bem como a utilização de megafósseis de vertebrados e plantas são citados e os critérios para seu uso no levantamento de informações paleoecológicas são discutidos.

As citações ao longo do livro, sempre que possível, indicam a primeira publicação sobre o assunto, seguida de referências mais modernas, de fácil consulta. É utilizado o maior número possível de figuras para ilustrar cada assunto.

Descreve-se a coleta e amostragem de material no campo. A apresentação dos dados obtidos e a sua interpretação constituem a parte final deste livro.

Maria Léa Salgado-Labouriau é formada em História Natural pela Universidade FederaL de Minas Gerais (UFMG), doutora em Ciências pela Uiversidade de São Paulo (USP) e professora titular do Instituto de Geociências da Universidade de Brasília (UnB). É "fellow" da Fundação Guggenheim, membro da Academia de Ciências de New York, faz parte do quadro de "referees" do periódico Grana; foi pesquisadora titular do IVIC (Venezuela), diretora do CLAB (Centro Latinoamericano de Ciências Biológicas, UNESCO), presidente da subcomissão sobre o Holoceno para a América do Sul do INQUA. Tem dois livros publicados, escreveu vários capítulos em livros e tem mais de 60 trabalhos publicados em periódicos científicos. Seu campo de pesquisa é a reconstrução da vegetação e do clima através de grãos de pólen, de esporos e de algas microscópicas, nos últimos 50.000 anos.

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